Nota de esclarecimento: Família de Radialista esclarece notícia postada pelo DiamanteOnline

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Nota de esclarecimento: Família de Radialista esclarece notícia postada pelo DiamanteOnline

   

Ocorre que a família do radialista após tomar conhecimento da matéria entrou em contato com o nosso Portal, que primeiro noticiou a matéria

 

No último dia 03, o Portal DiamanteOnline noticiou que a irmã do Radialista Sidney Marques Costa havia sido presa em razão de desacato a autoridade, por ter proferido ofensas contra a pessoa da atual diretora da Cadeia Pública de Itaporanga e agente penitenciária, Edna Alves.

Ocorre que a família do radialista após tomar conhecimento da matéria entrou em contato com o nosso Portal, que primeiro noticiou a matéria para informar que os fatos ali narrados não constitui a verdade real dos acontecimentos.

Em nota, a família informou: Em primeiro lugar é preciso informar que a irmã do radialista em nenhum momento fora presa. Na verdade tendo o magistrado percebido que havia um desentendimento entre a irmã do réu e a agente penitenciária na saída do fórum, no momento em que ela reconduzia o preso ao estabelecimento prisional, àquele magistrado solicitou que ambas fossem conduzidas à delegacia para maiores esclarecimentos. Na realidade o que aconteceu foi que a irmã do radialista utilizou-se do direito à liberdade de expressão e não praticou qualquer crime tipificado na legislação penal brasileira. O cidadão que se dirige a uma autoridade e diz que “se alguém tocasse no apenado será aberto um processo” não comete crime algum. É natural, após uma audiência em que o réu continuou com sua prisão decretada, que os familiares temam que os direitos humanos do apenado sejam vilipendiados no sistema carcerário e cobrem pelo respeito mútuo as autoridades. Em segundo lugar, a referida matéria informa que o réu se encontra preso por crime de cárcere privado. Notadamente o réu encontra-se preso por supostos crimes envolvendo violência doméstica e cárcere privado, contudo pesa em favor do réu o princípio constitucional da presunção de inocência e, sequer, há sentença penal condenatória nos autos do processo. No momento o processo se encontra em poder do Ministério Público que apresentará suas alegações finais seguidas das alegações finais da defesa do réu, conforme preceitua a lei. Só após o juiz irá proferir sentença. O que aconteceu no último dia 03 do corrente ano fora a audiência de instrução para a colheita de prova testemunhal e depoimento do réu. O réu nega veementemente as acusações que lhe são proferidas e desqualificou a peça acusatória, tendo inclusive, a própria vítima e as testemunhas afirmado que ele a suposta vítima estavam em diversos lugares públicos, inclusive nas festividades de São Pedro de Itaporanga. Assim, a imprensa precisa apurar melhor os fatos para não influenciar negativamente o pensamento da sociedade no que diz respeito a índole do acusado.

 

 

Fonte Diamante Online

Data: 
sexta-feira, Outubro 6, 2017 - 12:15
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