
A ação é coordenada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco/Decor) e também tem apoio das polícias civis de Pernambuco (PCPE). Além da Paraíba, as equipes cumpriram 33 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e nos estados da Bahia e de Pernambuco, para recolher documentos, celulares, entre outras provas.
No total foram 240 policiais civis envolvidos. A investigação começou partir de informações recebidas pela Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape). As informações davam conta que alguns candidatos teriam burlado concurso e sido aprovados indevidamente.
Se as denúncias forem comprovadas, os envolvido devem responder por fraude a certame de interesse público, organização criminosa e falsificação de documento público. As penas, somadas, podem chegar a 15 anos de prisão.
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