
A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Entorpecentes de Patos (DHE) e da Unintelpol, com o apoio da Delegacia de Roubos e Furtos de Patos (DRF), da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), do Grupo Tático Especial de Itaporanga (GTE) e da Polícia Civil do Estado do Ceará, deflagrou, nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (31/03/2026), a Operação Phantom.
A operação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa cibernética (OCC) responsável por aplicar furtos eletrônicos contra instituições financeiras, utilizando-se da chamada violência cognitiva.
A OCC atuava tanto no estado da Paraíba quanto no estado do Ceará. O hacker (programador dos ataques cibernéticos) e líder da organização criminosa operava a partir da cidade de Patos/PB contra essas instituições, enquanto outros membros atuavam no Ceará e eram responsáveis por vazar dados de pessoas também vítimas de crimes digitais (conhecidos como “tripeiros”).
A organização ainda contava com uma rede de lavagem de capitais por meio de lojas de roupas e artigos de luxo, que atuava tanto na Paraíba quanto no Ceará.
Ao todo, a operação cumpriu quatro mandados de prisão preventiva, sendo três na cidade de Patos/PB e um na cidade de Cascavel/CE, além de 14 mandados de busca e apreensão: sete em Fortaleza/CE, um em Cascavel/CE e outros seis em Patos/PB.
Também foram apreendidos diversos dispositivos eletrônicos, entre celulares, tablets e computadores, além do sequestro de um veículo SW4, avaliado em R$ 300 mil, e da imposição de restrição de alienação sobre um imóvel de luxo localizado na cidade de Patos.
A Operação Phantom continuará com o objetivo de esclarecer o envolvimento de outros integrantes da organização criminosa.
A Polícia Civil da Paraíba reafirma seu compromisso institucional com o combate ao crime organizado e com a promoção da segurança pública em todo o estado.
Assessoria PCPB
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